RESENHA: Marina, Carlos Ruiz Zafón
Meu primeiro contato com Zafón foi em “A Sombra do Vento” (resenha pendente) e me apaixonei logo de cara com sua narrativa
Em Marina, Zafón conta que “(...) estava tentando escrever o tipo de romance que gostaria de ter lido na infância, mas que também continuaria a me interessar aos 23, 40 ou 43 anos de idade.”
E deu certo o livro me encantou de forma que, sua história por vezes ecoa em minha cabeça antes de dormir. Volto ao livro sempre que preciso de um conforto (embora eu sempre me acabo em lágrimas).
A GENTE SÓ SE LEMBRA DO QUE NUNCA ACONTECEU Óscar Drai desapareceu por 7 dias e é assim, logo de supetão que a história começa. Sua vida acontece dentro do colégio, mas a vida verdadeira é fora das paredes, onde se torna explorador de uma Barcelona misteriosa, mas com muitas cicatrizes. Ele acaba indo parar em uma mansão que parecia abandonada, exceto pelo gato que o fitava. Após um debate consigo mesmo entrou na mansão envolta em mistério e neblina...




